“A menina sem vida (Parte I)”

Padrão

mulher olhando inf

E ele disse: “Ela é uma menina que não tem vida…”

E desde então, um pisca sinalizador vem ecoando dentro de minha imaginação.

Como uma pessoa pode não ter vida, a partir do momento que está aqui entre nós?

E os pensamentos podem ir muito mais distantes do que lugares que eu desconheço.

Ela não tem vida, porque escolheu ser diferente? Não tem vida porque não consegue se encaixar no que esperaram que ela seja? Não tem vida porque roubaram isso dela?

Um amor, uma decepção, uma imaginação muito aflorada, uma incógnita, podem ser fatores que a distanciaram do que algum dia outras pessoas podem considerar vida.

Ou

Ela escolheu viver um mundo à parte, onde seus desejos e interesses podem ser atendidos de uma maneira que somente ela pode realizar e entender. Um mundo paralelo em que seus pensamentos podem ser explicitamente experimentados e vividos.

Será uma contraventora?

Será que ela vive de fragmentos de um passado que pode ter corrompido ela de uma maneira que a melhor escolha realmente fosse essa? Viver uma vida paralela ou uma vida sem cor? Ou uma vida desencaixada?

E agora eu me encontro cheia de perguntas sobre a “menina que não tem vida…”

E este é o olho do furação: Qual é melhor maneira de se viver uma vida?

O que garante que minhas condições e escolhas são as mais corretas? Quem garante que ela não esteja na sua melhor direção?

E agora…

To be continue…

Anúncios

2 comentários sobre ““A menina sem vida (Parte I)”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s