Soneto de adeus a vida – II

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morte da vida

Me perdoe
Mas hoje eu simplesmente não posso
Não posso te oferecer nada
Nenhum abraço, conforto, palavra
Nada

Hoje eu esvaziei minha alma
De acreditar em uma vida lá fora
De ter a certeza que dias melhores virão
E que viver vale a penas

Hoje simplesmente eu escolho o silencio
Silencio das palavras proferidas
Porque tudo o que sair de mim hoje será dor
Maldade, amargura e desprezo

Porque hoje eu escolhi não me importar mais
E oferecer nada a ninguém
Porque o fim se faz presente
E é apenas com ela que eu quero estar.

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