P… sicopata

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psicopata

Hoje no ballet
Das escolhas que eu fiz
Para viver e ser feliz

Me peguei
Tropeçando nas palavras
Dos cuidados que eu tenho
Das promessas que um dia eu fiz
Que eu guardo e reverencio

Nos caminhos que se cruzam

De repente
Sou apunhalada
Pelas costas

Do lugar que um dia
Tropecei e segui adiante

Mas nunca
Em desonra ou maledicência

Não sou esse tipo de pessoa…

Se há um segredo
E você me dá ele
Ele será guardado
E para sempre meu

Até o dia que você contar para outro alguém
Mesmo assim
Eu o terei no lugar que você deixou

Mas na loucura alheia
Meu nome foi dito
Foi mal usado
Foi desonrado
Caluniado e difamado…

Na hora
Meu rosto ruborisou
Minhas mãos começaram a tremer
Minha fala ficou desconexa

Respirei fundo
E em uma fração de segundos
Voltei para o meu ponto de equilíbrio…

Neste segundo
Pensei na minha vida
No meu dia
Nos meus problemas
Nos meus amigos
No saldo do banco
No meu passado
No meu amor
No que foi experimentado e trocado
E no suspiro
Voltei a mim…

Retomei tudo do ponto
Reorganizei as coisas

E prometi a mim mesma
Que a partir de hoje
Você não fará mais parte da minha vida

Simplesmente porque mentiu
Usou meu nome
Cuspiu no meu juramento
Em nome da sua loucura

Então
De hoje em diante
Deixo você
Seu vazio e tudo mais o que há

Verdade…
Não há nada, não é mesmo?

Porque você pediu
E esse jogo
Eu sei jogar com requintes
De bondade ou crueldade
Mas neste caso
Você pediu
E eu já vou servir…

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